Emani Moss, uma menina de 10 anos de idade torturada até à morte pela madrasta
A pequena Emani Moss, 10 anos, da Geórgia, EUA, foi torturada e morta de fome
O que se passou a seguir foi muito pior para a criança. A madrasta tirou Emani da escola e os abusos começaram a ser mais graves.
A menina ainda tentou fugir de casa duas vezes, pedindo ajuda aos vizinhos, mas Tiffany negava tudo, acusando a menina de inventar histórias. Sem provas, nada foi feito.
A criança era mantida fechada no quarto, sem comer nem beber. O pai obrigava a mulher a mandar fotografias das refeições que eram dadas a Emani, mas apenas os dois filhos biológicos de Tiffany tinham direito a comer.
Em novembro de 2013 foi o próprio pai que ligou para as autoridades a dizer que a sua filha tinha morrido. As autoridades depararam-se com um cenário chocante. O corpo de Emani, que nessa altura tinha dez anos de idade, estava dentro de um balde do lixo queimado. O cadáver pesava apenas 14 quilos.
O pai foi preso e, mais tarde, a madrasta, que tinha fugido de casa. Embora tivessem contado uma história diferente primeiro, acabaram por confessar a verdade. A madrasta deixou a criança morrer à fome na própria cama e depois tentou encobrir o crime, com medo de perder os outros dois filhos. A menina tinha morrido em outubro e a mulher tentou “cremar” os restos mortais com a ajuda do marido.
Eman, que testemunhou contra a mulher, foi condenado a prisão perpétua, e Tiffany, acusada de múltiplos crimes, foi condenada à morte, tornando-se na única mulher no corredor da morte no estado da Georgia.
Fonte: N. Minutos/LD
pela sua madrasta Tiffany Moss, depois enfiada em uma lixeira e cremada - enquanto
seu pai biológico Eman Moss ficou parado
De acordo com o Mirror, a mulher poderá ter começado por ignorar Emani porque tinha outros dois filhos e o marido tinha dois trabalhos, estando pouco tempo em casa. Porém, o caso escalou para algo muito pior.
Quando a menina tinha seis anos de idade, os professores começaram a notar quer havia algo estranho e os pais foram denunciados aos serviços sociais, tendo Tiffany sido acusada de maus-tratos infantis. A mulher assumiu apenas ter batido em Emani com um cinto, mas acabou condenada a cinco anos de prisão com pena suspensa, o que fez com que perdesse o emprego.
O que se passou a seguir foi muito pior para a criança. A madrasta tirou Emani da escola e os abusos começaram a ser mais graves.
A menina ainda tentou fugir de casa duas vezes, pedindo ajuda aos vizinhos, mas Tiffany negava tudo, acusando a menina de inventar histórias. Sem provas, nada foi feito.
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A criança era mantida fechada no quarto, sem comer nem beber. O pai obrigava a mulher a mandar fotografias das refeições que eram dadas a Emani, mas apenas os dois filhos biológicos de Tiffany tinham direito a comer.
Em novembro de 2013 foi o próprio pai que ligou para as autoridades a dizer que a sua filha tinha morrido. As autoridades depararam-se com um cenário chocante. O corpo de Emani, que nessa altura tinha dez anos de idade, estava dentro de um balde do lixo queimado. O cadáver pesava apenas 14 quilos.
O pai foi preso e, mais tarde, a madrasta, que tinha fugido de casa. Embora tivessem contado uma história diferente primeiro, acabaram por confessar a verdade. A madrasta deixou a criança morrer à fome na própria cama e depois tentou encobrir o crime, com medo de perder os outros dois filhos. A menina tinha morrido em outubro e a mulher tentou “cremar” os restos mortais com a ajuda do marido.
Eman, que testemunhou contra a mulher, foi condenado a prisão perpétua, e Tiffany, acusada de múltiplos crimes, foi condenada à morte, tornando-se na única mulher no corredor da morte no estado da Georgia.
Fonte: N. Minutos/LD
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